A história do lugar
Museu Histórico e Cultural Solar do Barão
O Solar do Barão começou a ser erguido na década de 1790, em taipa de pilão, a técnica de paredes de terra socada usada nas construções coloniais paulistas.
Foi residência da família Queiroz Telles, ligada à aristocracia do café e da cana, e a partir de 1862 passou a ser a casa de Antônio de Queiroz Telles, o Barão de Jundiaí.
Ali se tomavam decisões políticas da cidade e se hospedavam visitantes ilustres.
A fachada atual é fruto de uma reforma feita por volta dos anos 1860. O casarão preserva esquadrias, vidros decorados e muros de taipa originais.
O museu foi criado em 1955, o prédio foi tombado pelo CONDEPHAAT em 1970 e, desde 2020, está cedido à Prefeitura de Jundiaí.
O desafio da pintura
Paredes de taipa e reboco de cal respiram de um jeito diferente da alvenaria moderna, e as salas guardam pinturas decorativas, forros ornamentados e pisos de tábuas largas.
A Tico Pinturas cobriu cada piso com lona, trabalhou com recortes à mão junto às sancas e às pinturas preservadas e pintou as esquadrias de madeira uma a uma.















